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Conceitos, teoria e métodos

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Codato, Adriano. A transformação do universo das elites no Brasil pós-1930: uma crítica sociológica. In: Flavio M. Heinz (Org.). História social de elites. São Leopoldo – RS: Oikos, 2011, p. 56-73.

“O objetivo deste ensaio é destacar a centralidade do processo de transformação dos perfis sociais e profissionais das elites para determinar a configuração do mundo político brasileiro entre 1930 e 1945. Na primeira parte procuro construir a justificativa para esse tipo de abordagem, que vincula, em termos explicativos, as características do regime político e as formas do Estado às características de uma dada elite. Tomo como pretexto para essa discussão o caso do destino das classes dirigentes de São Paulo nesse período da história nacional. Na segunda, resumo – e ponho em dúvida – a validade das várias interpretações sobre a dinâmica do universo das elites no Brasil depois de 1930. Proponho então um modelo diferente para explicar as ligações entre a reestruturação completa do espaço político e as transformações nas propriedades sociais e profissionais dos agentes políticos após a Revolução de 1930 e, em especial, depois do Golpe de 1937”.

· http://pt.scribd.com/doc/79611375/ (download)  Access at: scribd.com

 

 

Grynszpan, Mário. Ciência, política e trajetórias sociais: uma sociologia histórica da teoria das elites. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1999. 255p.

“O que se pretende com este livro é, produzindo uma sociologia histórica da teoria das elites, contribuir para uma ruptura com a sua incorporação não-controlada. Procurar-se-á ver como, historicamente, as elites se constituíram em objeto de reflexão sociológica, construindo-se em torno delas uma teoria que se impôs como instrumento privilegiado de análise social. Isso será feito, basicamente, a partir de uma análise das trajetórias de Mosca e de Pareto, tentando-se demonstrar como, com a construção e a afirmação da teoria, jogou-se, a um só tempo, a imposição tanto intelectual quanto política de seus dois formuladores”.

· http://cpdoc.fgv.br/producao_intelectual/arq/84.pdf  (download)  Access at: cpdoc.fgv.br
· Grynszpan, Ciencia, politica e trajetórias  (download)  Access at: observatory-elites.org

 

 

Heinz, Flávio M. Nota sobre o uso de anuários sociais do tipo Who’s Who em pesquisa prosopográfica. In: Flavio M. Heinz (Org.). História social de elites. São Leopoldo – RS: Oikos, 2011, p. 154-165.

“A proposta deste texto é assinalar a utilidade de uma determinada fonte – um determinado tipo de dicionário biográfico, o anuário “de sociedade” – na pesquisa sobre elites sociais e políticas contemporâneas no Brasil. Nele defendo a pertinência da utilização desta fonte, tradicionalmente ignorada na pesquisa histórica no Brasil, exceção feita a alguns autores dos dicionários histórico-biográficos, que já a utilizaram na elaboração dos perfis históricos de personalidades políticas nacionais. Não me interessa aqui alimentar polêmicas sobre a “legitimidade” de certas fontes históricas, mas tão somente apontar algumas vantagens de sua utilização na constituição de biografias coletivas ou prosopografias das elites brasileiras para o período 1950-1960”.

· http://pt.scribd.com/doc/79773966  (download)  Access at: scribd.com
· Heinz, Nota sobre Who’s Who   Access at: observatory-elites.org

 

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